História

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Por Sidney Pereira de Almeida Neto
Membro da Academia Itumbiarense de Letras e Artes
Curador do Museu Municipal Major Militão Pereira de Almeida
Historiador e Escritor
Autor dos Livros: ITUMBIARA, um século e meio de história (1997), Artigo “ O Coronelismo no Sul de Goiás (2011) e do livro “ 1909 – Villa de Santa Rita do Paranahyba – Itumbiara “.

Origem de Itumbiara
Segundo reza a tradição, lá pelos idos de 1824, o Deputado Imperial Marechal Raymundo José da Cunha Mattos, fez votar uma Lei na Câmara da Corte, autorizando a abertura de uma “estrada variante”, que partindo da Estrada Geral do Anhanguera, do povoado de Uberaba, antiga Farinha Podre como era conhecida, dirigindo-se à Goiás passando pelos povoados Santa Maria e Monte Alegre, atravessando o rio Paranaíba, onde se construiu um Porto de passagem em balsa, pelo sr.
Hipólito Pereira Salgado até alcançar a estrada Geral em Bonfim hoje a cidade de Silvânia. Junto a esse porto no rio Paranaíba formou-se um povoado. Vieram em seguida outras famílias, e logo tiveram a ideia de construir uma capela.
A origem da padroeira da cidade, segundo reza a tradição, em 1840, o Sr. Antônio Rodrigues estava gravemente doente, seu irmão João Rodrigues fez uma promessa a Santa Rita de construir uma Capela, com invocação à Santa, caso seu irmão fosse curado do mal que tanto o atingia. Seus votos foram atendidos e cumpriram a promessa. Os irmãos João Rodrigues e Antônio Rodrigues, construíram uma capela, para colocar a imagem prometida de Santa Rita. Assim deu origem a Padroeira da cidade.
Em 02 de agosto de 1842, a Igreja de Santa Rita de cássia foi elevada a Paróquia pelo Bispo de Goiás, Dom Prudêncio.
Doação das terras para origem da cidade, dois moradores tornaram-se fazendeiros devido a posse de terras: o primeiro o Sr. Joaquim Bernardes da Costa, proprietário da Fazenda Água Suja; o segundo Luiz Cândido de Paula, proprietário da Fazenda Trindade, os fazendeiros doaram partes de suas terras a Igreja de Santa Rita de Cássia, em 17 de janeiro de 1852.

Santa Rita do Paranahyba (Itumbiara), foi solenemente instalada em 12 de outubro de 1909, para tanto passou por:
Povoado 1824.
Porto em 21 de abril de 1842.
Elevado a categoria de Arrayal e Freguesia pertencente ao município de Morrinhos pela Resolução n° 18 de 02 de agosto de 1852.
Villa de Santa Rita do Paranahyba e constituindo município autônomo , deixando de pertencer a Morrinhos, em 15 de julho de 1909, e categoria de cidade de Santa Rita do Paranahyba em 27 de julho de 1915, pelo Deputado Estadual Possidônio Xavier Rabello.

Mudança do nome da cidade, por Decreto Lei n° 8305 de 31 de dezembro de 1943, a cidade passa a denominar Itumbiara (tupi guarani – Caminho da Cachoeira), pelo prefeito Dr. José Gomes de Lima.

Ponte Affonso Penna, inaugura em 15 de novembro de 1909, o marco do desenvolvimento de Itumbiara.
Foi palco de duas Revoluções 1930 e 1932.
Revolução de 1930, teve suas pilastras de sustentação de seus cabos de aço, de prisão de revolucionários adeptos de Getúlio Vargas (Adelino Lopes de Moura, Coronel Sidney Pereira de Almeida e Carlos Marquez).
Revolução de 1932, embora Getúlio Vargas, então Presidente do Brasil, tenha sufocado os Revolucionários Paulista. A ponte Affonso Penna guarda ainda hoje, através de perfurações de bala, marcas desse episódio da História do Brasil.
Em 1973, a ponte Affonso Penna, foi entregue a empresa FURNAS, que no ano de 1974, foi transladada, rio abaixo a 2 km, para fazer acesso da vila residencial da empresa com o canteiro de obras da construção da Hidrelétrica de Itumbiara, no município de Araporã em Minas Gerais. Que foi inaugurada em 1980.
Tombamento da Ponte Affonso Penna, com Patrimônio Histórico, em 29 de novembro de 2012, no Palácio Gustavo Capanema, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, aprovou a propositura de “TOMBAMENTO DA PONTE PÊNSIL AFFONSO PENNA, INCLUSIVE OS PILARES REMANESCENTE DA CONSTRUÇÃO ORIGINAL“, situada nos municípios de Itumbiara/GO e de Araporã/MG.

O Governo do Dr. Urbano Coelho de Gouveia, atendendo os pedidos de moradores, sancionou a Lei n° 349 de 16 de julho de 1909, elevando o Distrito a Villa e Município de Santa Rita do Paranahyba. O mesmo Governo criou o Termo Judiciário, baixando Decreto designando o dia 12 de outubro do mesmo ano de 1909, para a instalação e posse do Primeiro Conselho Municipal de Intendência, nesta mesma data Santa Rita foi desmembrada do Município de Morrinhos.
O primeiro Conselho de Intendência, assim ficou constituído: Presidente Jacintho Brandão; Secretário Coronel Sidney Pereira de Almeida e membros, Josino Antônio de Gusmão, Joaquim Firmo de Velasco, Joaquim Timotheo de Paula, Olegário Herculano de Aquino e Antônio Joaquim da Silva.

Primeiro Prefeito, 1 de janeiro de 1910 a 1 de novembro de 1911, sr. Antônio Joaquim da Silva.
Primeiro Delegado Major Militão Pereira de Almeida. em 1909.
Primeiro Juiz Municipal Major Rogério Prates Cotrim, 1910.
Primeiro Promotor Público, Major José Olympio Xavier de Barros.1910
Tabelião de Notas Pedro Gomes.1910.
Escrivão de Órfãos Mariano Hungria. 1910.

Fundação:

1909

Aniversário:

12 de outubro

Gentílico:

itumbiarense

População:

107.970 pessoas

Área:

2.447,014 km²

História

Por Sidney Pereira de Almeida Neto
Membro da Academia Itumbiarense de Letras e Artes
Curador do Museu Municipal Major Militão Pereira de Almeida
Historiador e Escritor
Autor dos Livros: ITUMBIARA, um século e meio de história (1997), Artigo “ O Coronelismo no Sul de Goiás (2011) e do livro “ 1909 – Villa de Santa Rita do Paranahyba – Itumbiara “.

Origem de Itumbiara
Segundo reza a tradição, lá pelos idos de 1824, o Deputado Imperial Marechal Raymundo José da Cunha Mattos, fez votar uma Lei na Câmara da Corte, autorizando a abertura de uma “estrada variante”, que partindo da Estrada Geral do Anhanguera, do povoado de Uberaba, antiga Farinha Podre como era conhecida, dirigindo-se à Goiás passando pelos povoados Santa Maria e Monte Alegre, atravessando o rio Paranaíba, onde se construiu um Porto de passagem em balsa, pelo sr.
Hipólito Pereira Salgado até alcançar a estrada Geral em Bonfim hoje a cidade de Silvânia. Junto a esse porto no rio Paranaíba formou-se um povoado. Vieram em seguida outras famílias, e logo tiveram a ideia de construir uma capela.
A origem da padroeira da cidade, segundo reza a tradição, em 1840, o Sr. Antônio Rodrigues estava gravemente doente, seu irmão João Rodrigues fez uma promessa a Santa Rita de construir uma Capela, com invocação à Santa, caso seu irmão fosse curado do mal que tanto o atingia. Seus votos foram atendidos e cumpriram a promessa. Os irmãos João Rodrigues e Antônio Rodrigues, construíram uma capela, para colocar a imagem prometida de Santa Rita. Assim deu origem a Padroeira da cidade.
Em 02 de agosto de 1842, a Igreja de Santa Rita de cássia foi elevada a Paróquia pelo Bispo de Goiás, Dom Prudêncio.
Doação das terras para origem da cidade, dois moradores tornaram-se fazendeiros devido a posse de terras: o primeiro o Sr. Joaquim Bernardes da Costa, proprietário da Fazenda Água Suja; o segundo Luiz Cândido de Paula, proprietário da Fazenda Trindade, os fazendeiros doaram partes de suas terras a Igreja de Santa Rita de Cássia, em 17 de janeiro de 1852.

Santa Rita do Paranahyba (Itumbiara), foi solenemente instalada em 12 de outubro de 1909, para tanto passou por:
Povoado 1824.
Porto em 21 de abril de 1842.
Elevado a categoria de Arrayal e Freguesia pertencente ao município de Morrinhos pela Resolução n° 18 de 02 de agosto de 1852.
Villa de Santa Rita do Paranahyba e constituindo município autônomo , deixando de pertencer a Morrinhos, em 15 de julho de 1909, e categoria de cidade de Santa Rita do Paranahyba em 27 de julho de 1915, pelo Deputado Estadual Possidônio Xavier Rabello.

Mudança do nome da cidade, por Decreto Lei n° 8305 de 31 de dezembro de 1943, a cidade passa a denominar Itumbiara (tupi guarani – Caminho da Cachoeira), pelo prefeito Dr. José Gomes de Lima.

Ponte Affonso Penna, inaugura em 15 de novembro de 1909, o marco do desenvolvimento de Itumbiara.
Foi palco de duas Revoluções 1930 e 1932.
Revolução de 1930, teve suas pilastras de sustentação de seus cabos de aço, de prisão de revolucionários adeptos de Getúlio Vargas (Adelino Lopes de Moura, Coronel Sidney Pereira de Almeida e Carlos Marquez).
Revolução de 1932, embora Getúlio Vargas, então Presidente do Brasil, tenha sufocado os Revolucionários Paulista. A ponte Affonso Penna guarda ainda hoje, através de perfurações de bala, marcas desse episódio da História do Brasil.
Em 1973, a ponte Affonso Penna, foi entregue a empresa FURNAS, que no ano de 1974, foi transladada, rio abaixo a 2 km, para fazer acesso da vila residencial da empresa com o canteiro de obras da construção da Hidrelétrica de Itumbiara, no município de Araporã em Minas Gerais. Que foi inaugurada em 1980.
Tombamento da Ponte Affonso Penna, com Patrimônio Histórico, em 29 de novembro de 2012, no Palácio Gustavo Capanema, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, aprovou a propositura de “TOMBAMENTO DA PONTE PÊNSIL AFFONSO PENNA, INCLUSIVE OS PILARES REMANESCENTE DA CONSTRUÇÃO ORIGINAL“, situada nos municípios de Itumbiara/GO e de Araporã/MG.

O Governo do Dr. Urbano Coelho de Gouveia, atendendo os pedidos de moradores, sancionou a Lei n° 349 de 16 de julho de 1909, elevando o Distrito a Villa e Município de Santa Rita do Paranahyba. O mesmo Governo criou o Termo Judiciário, baixando Decreto designando o dia 12 de outubro do mesmo ano de 1909, para a instalação e posse do Primeiro Conselho Municipal de Intendência, nesta mesma data Santa Rita foi desmembrada do Município de Morrinhos.
O primeiro Conselho de Intendência, assim ficou constituído: Presidente Jacintho Brandão; Secretário Coronel Sidney Pereira de Almeida e membros, Josino Antônio de Gusmão, Joaquim Firmo de Velasco, Joaquim Timotheo de Paula, Olegário Herculano de Aquino e Antônio Joaquim da Silva.

Primeiro Prefeito, 1 de janeiro de 1910 a 1 de novembro de 1911, sr. Antônio Joaquim da Silva.
Primeiro Delegado Major Militão Pereira de Almeida. em 1909.
Primeiro Juiz Municipal Major Rogério Prates Cotrim, 1910.
Primeiro Promotor Público, Major José Olympio Xavier de Barros.1910
Tabelião de Notas Pedro Gomes.1910.
Escrivão de Órfãos Mariano Hungria. 1910.