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POSTADO EM 14 jan 2022 · Outros

Prefeitura retira R$ 1,3 milhão do caixa para recuperar e concluir obra que se arrasta há mais de 15 anos

Em mais esforço da administração do prefeito Dione Araújo para destravar as pendências de obras paradas, a Prefeitura Municipal depositou, neste mês de janeiro, R$ 1.368.315,77 para a Caixa Econômica Federal.
O recurso é proveniente do Tesouro Municipal e será destinado à recuperação do Parque Beija Flor. A obra foi iniciada há mais de 15 anos, já passou por diversas licitações e estava parada há mais de 5 anos. A parte que estava pronta foi depredada e danificada e para retomar a obra, a Caixa exigia a reforma das instalações, para que pudesse dar seguimento no processo de licitação e conclusão da obra.
Com o aporte de R$ 1,3 milhão, a Caixa autorizou a regressão da obra, e agora todas as licitações serão reunidas em apenas um procedimento, que terá a finalidade de recuperar a parte danificada e concluir o projeto. O Ministério Público acompanhou as tratativas do município junto a Caixa.
“Ao mesmo tempo em que estamos comemorando uma solução negociada com a Caixa e Ministério Público para a obra parada mais antiga da Prefeitura, que vai permitir sua reforma e conclusão, temos que lamentar porque o município teve que retirar dos cofres públicos mais 1 milhão e 368 mil reais. Era um dinheiro que poderíamos estar investindo na saúde, em asfalto ou casas populares, mas que estamos direcionando para reformar uma obra que não foi entregue para a população. Esse dinheiro não é do convênio com o governo federal, é do caixa da Prefeitura”, lamentou o prefeito Dione Araújo.
O município irá agora realizar a nova licitação e reunir os recursos disponíveis nos contratos de repasse junto ao Ministério do Turismo, aumentar a contrapartida e terminar o projeto e entregá-lo à população. Se a obra tivesse cumprido o cronograma original, os recursos seriam suficientes para sua conclusão.
Segundo o prefeito Dione Araújo, todas as obras paradas do município, inclusive algumas concluídas em governos anteriores mas que não foram apresentadas a prestação de contas, somam mais de 30 pendências junto à Caixa e inviabilizam novos convênios.